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O candidato ao Senado pelo União Brasil, Pastor Isamar, relatou ter sido alvo de ameaças e ataques contra apoiadores desde o início de sua campanha eleitoral em Roraima. Os incidentes, que incluem danos a veículos, foram divulgados pelo próprio candidato em suas redes sociais.

Pastor Isamar, que também preside a Igreja Assembleia de Deus em Roraima, detalhou em um vídeo publicado online que diversos veículos de seus apoiadores foram danificados em diferentes ocasiões. Segundo o relato, os ataques variaram desde carros risados e pedras lançadas contra para-brisas até a quebra de um para-brisa de um veículo estacionado em uma garagem.

“É isso o que tenho passado desde que comecei a campanha. A gente tem sofrido várias ameaças. Riscaram um carro, jogaram pedra em para-brisa, e agora um carro estacionado na garagem, alguém passa e quebra o para-brisa dos meus apoiadores”, afirmou o candidato, referindo-se aos episódios como uma forma de perseguição.

Em sua publicação, Pastor Isamar fez uma analogia com passagens bíblicas para justificar a continuidade de sua campanha, apesar dos supostos ataques.

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Só que nós vamos seguir porque Deus está conosco. Com eles está o braço de carne, conosco está o braço do Senhor.

Até o momento, o candidato não forneceu informações sobre a autoria ou a motivação por trás dos supostos ataques. Também não foi divulgado se os incidentes foram formalmente comunicados às autoridades policiais por meio de boletins de ocorrência. A fonte original não apresenta detalhes que vinculem os danos à campanha eleitoral ou identifiquem os responsáveis.

Ataques e ameaças na campanha

Os incidentes relatados por Pastor Isamar incluem danos materiais a veículos de seus apoiadores. Um carro foi riscado, outro teve o para-brisa atingido por uma pedra e, em um episódio mais recente, um veículo estacionado em uma garagem teve o para-brisa quebrado. O candidato classificou os atos como perseguição política.

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Continuidade da campanha

Apesar das ameaças, Pastor Isamar manifestou a intenção de seguir com a campanha eleitoral, citando sua fé como motivação. Ele expressou confiança de que a campanha continuará com o apoio divino, em contraste com o que chamou de "braço de carne" de seus oponentes.

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