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Uma mulher de 27 anos, investigada por participação no homicídio qualificado de Amanda Thamilles Guimarães, de 19 anos, foi presa em Manaus (AM) no último sábado (27). A ação integrada foi realizada pela Polícia Civil de Roraima (PCRR) e pela Polícia Civil do Amazonas (PCAM).

A prisão ocorreu após diligências da Delegacia de Polícia de Alto Alegre, que identificou o paradeiro da suspeita na capital amazonense. Com o apoio da Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter) da PCAM e do 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP), o mandado de prisão preventiva foi cumprido.

O mandado judicial foi expedido pela Comarca de Alto Alegre, do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), e é referente a um inquérito policial instaurado em 2020, na gestão do então delegado Wesley Costa de Oliveira. Segundo as investigações, I. é acusada de envolvimento na morte de Amanda Thamilles Guimarães, ocorrida em 19 de novembro de 2020, na Vicinal da Prainha, zona rural de Alto Alegre.

PCRR integra rede nacional de inteligência pericial sobre drogas

Amanda Thamilles Guimarães integrava uma organização criminosa e teria participado da organização de uma emboscada que resultou na morte de Ithallo Gabriel Almeida Santana, de 15 anos, em Boa Vista. Inicialmente apontado como integrante de facção rival, o adolescente não possuía vínculo com grupos criminosos.

Conforme o delegado titular da Delegacia de Polícia de Alto Alegre, Vinícius Quadros, o envolvimento de Amanda no crime levou à prisão de integrantes de sua organização. Após esses eventos, ela passou a ser perseguida, mudou-se para Alto Alegre e, posteriormente, foi assassinada. O ex-namorado da vítima, F. M, de 18 anos, apontado como integrante do Comando Vermelho, teria descoberto uma suposta traição e atraído Amanda para o local onde foi morta, simulando um encontro para reconciliação enquanto permanecia em Manaus.

Amanda foi levada por um amigo à residência de I. S, onde estavam H. S, de 18 anos; um adolescente, de 15 anos; J. F, de 21 anos; e V. L, de 25 anos. No trajeto para um balneário conhecido como prainha, ela foi morta com diversos golpes de arma branca. O corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição em 2 de dezembro de 2020.

O inquérito policial foi encaminhado ao Poder Judiciário, e o Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) ofereceu denúncia contra os investigados. A Justiça expediu o mandado de prisão preventiva contra I. S, que foi efetivado em Manaus.

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