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Uma mãe de 30 anos se tornou a principal barreira entre sua filha de 9 anos e um ataque sexual dentro da própria casa. O caso ocorreu no bairro João de Barro, em Boa Vista, neste domingo (3).

Intervenção materna interrompe crime

A rápida reação da mãe impediu que o estupro fosse consumado. De acordo com as informações, o padrasto da criança, M.A.C., de 28 anos, chegou à residência em estado de embriaguez e trancou-se no quarto com a menina.

Ao perceber o perigo, a garota começou a gritar por socorro. Os gritos alertaram a mãe, que imediatamente interveio e conseguiu impedir a consumação do crime.

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Histórico de tentativas anteriores

Em depoimento à Polícia Militar, a vítima revelou um dado ainda mais preocupante: aquela não era a primeira vez que o padrasto tentava abusar sexualmente dela.

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A menina confessou aos policiais que nunca havia denunciado os episódios anteriores por medo de sofrer retaliações. O silêncio foi quebrado apenas quando a situação chegou ao extremo.

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Confissão e prisão em flagrante

Quando questionado pelos militares, o suspeito confirmou a tentativa de estupro e alegou estar arrependido do que tentou fazer.

Diante da confissão e das circunstâncias do flagrante, os policiais do Primeiro Batalhão prenderam M.A.C. e o conduziram à delegacia para os procedimentos legais.

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Processo por estupro de vulnerável

O homem deverá responder criminalmente por estupro de vulnerável na forma tentada. O crime é considerado de alta gravidade pela legislação brasileira, especialmente por envolver criança menor de 14 anos.

Casos como este reforçam a importância da denúncia imediata e do apoio psicológico às vítimas de violência sexual, especialmente quando o agressor faz parte do círculo familiar.

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