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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a Casa Branca nesta quinta-feira (7) após uma reunião de cerca de três horas com o presidente norte-americano Donald Trump. O encontro, que incluiu um almoço e contou com a presença de ministros de ambos os países, ocorreu em Washington.

Agenda alterada

A expectativa inicial era de que os dois líderes atendessem à imprensa no Salão Oval da Casa Branca, mas o plano foi alterado ao longo do dia. Lula deve falar com jornalistas ainda nesta tarde na sede da embaixada brasileira em Washington.

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Contexto de tensões comerciais

O encontro ocorre em meio a tensões nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, que se intensificaram desde 2025. A política tarifária adotada pelo governo Trump retomou medidas protecionistas observadas em seu primeiro mandato.

Trump classifica encontro com Lula como "muito bom"

O ciclo de disputas começou com a imposição de tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio, afetando diretamente o Brasil, um dos principais fornecedores desses produtos ao mercado norte-americano.

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Medidas e contramedidas

Em abril, os Estados Unidos adotaram tarifas adicionais sobre diversos produtos brasileiros, alegando falta de reciprocidade comercial. O governo brasileiro intensificou tratativas diplomáticas e levou o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC).

O Brasil também fortaleceu instrumentos legais como medidas de reciprocidade e retaliação, na tentativa de evitar uma escalada ainda maior por parte dos EUA.

No fim de 2025 e início de 2026, houve recuo parcial dos Estados Unidos, com exclusões de produtos e substituição do "tarifaço" por uma tarifa global temporária de cerca de 10%. Setores como aço e alumínio, porém, seguem com taxas elevadas.

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