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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (7) manter a prisão do deputado estadual Thiago Rangel, do Avante. A Primeira Turma da Corte votou por unanimidade a favor da medida cautelar determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Além do relator, os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia acompanharam o voto de Moraes. A decisão mantém o parlamentar preso enquanto as investigações seguem seu curso.
Defesa nega irregularidades
Em nota divulgada após a prisão, a defesa de Thiago Rangel afirmou que o deputado nega a prática de qualquer ato ilícito. Os advogados destacaram que o parlamentar prestará todos os esclarecimentos necessários durante o processo investigativo.
"Qualquer conclusão antecipada é indevida antes do conhecimento integral dos elementos que fundamentaram a medida", afirmou a defesa em comunicado à imprensa.
Processo segue em sigilo
O caso tramita sob sigilo judicial, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes. A medida cautelar de prisão foi decretada com base em investigações que ainda não foram totalmente divulgadas.
O STF não detalhou os motivos específicos que levaram à decisão de manter o deputado preso. A Corte costuma adotar esse tipo de medida em processos considerados sensíveis ou que envolvam riscos à investigação.
Thiago Rangel é deputado estadual pelo Avante e teve o mandato preservado, uma vez que a Constituição prevê situações específicas para perda do cargo parlamentar.










