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O governador de Roraima e candidato à reeleição, Soldado Sampaio (Republicanos), cumpriu agenda em Boa Vista neste sábado (30). Pela manhã, o candidato percorreu a Feira do Pintolândia e, à noite, participou de um ato político com cerca de três mil mulheres no bairro Asa Branca.
Um dos feirantes conhecidos da feira, Pedrão do Brasil, elogiou a postura do candidato.
“Ele continua sendo o mesmo. Conversa com todo mundo, escuta as pessoas e mantém essa relação de respeito com quem está na rua trabalhando”, disse.
Encontro com mulheres
O evento elas por Roraima, no bairro Asa Branca, reuniu mulheres e contou com apoio à candidatura de Soldado Sampaio e Tayla Peres. O ato foi organizado pelo deputado federal Duda Ramos e pelo deputado estadual Renato Silva, do Podemos.
Subiram ao palco a deputada estadual Tayla Peres; a ex-prefeita de Boa Vista por cinco mandatos, Teresa Surita; as deputadas estaduais Catarina Guerra e Aurelina Medeiros; a presidente do Podemos Mulher de Roraima, Iris Aquino; e Cleomar, membro dos Conselhos Estadual e Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e coordenadora estadual da Frente Nacional de Mulheres com Deficiência (PCD).
Sampaio destacou a presença feminina em seu governo, com mulheres em secretarias, inclusive na segurança pública. Ele apresentou propostas para um novo mandato, como a construção de um pronto-socorro na zona oeste de Boa Vista e de uma unidade de pronto-atendimento infantil em Rorainópolis.
O candidato prometeu replicar o modelo de redução de filas de cirurgias do Hospital Geral de Roraima (HGR) na Policlínica Coronel Mota. Sampaio relatou ter encontrado uma fila de quase 50 mil pessoas aguardando consultas com especialistas na unidade. Ele pretende ampliar o acesso a consultas especializadas e reduzir o tempo de espera na rede pública.
Na área de educação, Sampaio criticou os índices de qualidade do ensino herdados da gestão anterior. “É o futuro dos filhos de vocês que está comprometido”
, disse à plateia. Argumentou que, sem formação de qualidade para concursos públicos, as vagas que pretende abrir na Polícia Militar, na área de saúde e na Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer) podem não ser preenchidas por jovens locais.
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