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A Polícia Civil de Roraima (PCRR), por meio da Delegacia de Polícia de Caracaraí, cumpriu mandados de prisão preventiva contra K. S, de 26 anos, e E. S, de 32 anos. Os dois são investigados por uma série de crimes patrimoniais no município. O levantamento policial aponta que E. figura em 50 boletins de ocorrência registrados entre 2019 e 2026, além de 17 inquéritos policiais. Ela também aparece em ocorrências recentes ao lado de K.

O foi presa em 1º de setembro pela Seção de Investigação e Operação (SIOP) da Delegacia de Polícia de Caracaraí, em cumprimento a mandado judicial expedido após representação do delegado titular Bruno Gabriel Bezerra Costa. Já K. S, conhecido como “Barriga”, foi capturado pela Polícia Militar de Roraima (PMRR) em agosto e também teve a prisão preventiva decretada a partir da representação da PCRR.

Segundo o delegado Bruno Gabriel, a representação pela prisão preventiva foi fundamentada no conjunto de informações reunidas pela equipe durante a investigação. O relatório policial indica 50 boletins de ocorrência nos quais o nome de E. aparece, sendo 41 finalizados e nove ainda registrados. Os registros abrangem o período de 2019 a 2026 e incluem furtos, furtos qualificados, roubos e extorsão.

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Além dos boletins, a SIOP da Delegacia de Polícia de Caracaraí identificou 17 inquéritos policiais relacionados a E. S, em diferentes fases de investigação. Os mais recentes são de agosto de 2026, envolvendo K. e E. em ocorrências de furto e roubo impróprio. Em um desses casos, em 6 de agosto, ambos foram apontados como autores de furto qualificado mediante destruição ou rompimento de obstáculo.

O histórico reunido pela Polícia Civil mostra registros envolvendo E. desde 2019. Entre os fatos apurados estão furtos simples, furtos qualificados mediante rompimento de obstáculo, furto qualificado mediante concurso de pessoas e roubos. S, por sua vez, possui vasto histórico policial, principalmente por furtos qualificados com rompimento de obstáculo, além de registro recente por descumprimento de medida cautelar e resistência.

A investigação ganhou um novo elemento em 18 de agosto de 2026, quando uma família procurou a Delegacia de Polícia de Caracaraí após ter a residência arrombada e objetos furtados, incluindo roupas, joias e fraldas. Durante a verificação nas proximidades, uma das vítimas encontrou E. com peças de roupa reconhecidas. Ela chamou por K. S, que teria retornado ao local e exibido uma faca, fazendo com que a vítima a soltasse. Os dois fugiram em seguida. A ocorrência passou a ser investigada também como roubo impróprio.

No mesmo dia, K. foi localizado pela PMRR. Segundo o registro policial, ele resistiu à abordagem e tentou fugir, sendo capturado e conduzido à Delegacia de Polícia de Caracaraí. Na unidade, foi lavrado Auto de Prisão em Flagrante (APF) com registro dos crimes de resistência, furto qualificado com destruição ou rompimento de obstáculo e descumprimento de medida cautelar.

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