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Ele classificou o fluxo migratório no estado como “imigração desenfreada” e propôs uma revisão dos benefícios concedidos a imigrantes.

Nicoletti argumentou que os recursos públicos devem priorizar os brasileiros, impedindo que cidadãos nacionais percam acesso a programas sociais enquanto verbas são destinadas ao atendimento de migrantes. Ele citou exemplos como o Bolsa Família e aposentadorias ao defender a alteração das regras de acesso.

Prioridade aos brasileiros

O candidato declarou que pretende questionar os valores repassados pelo Governo Federal para a questão migratória e sinalizou a intenção de apresentar uma proposta sobre o assunto no Senado. A imigração se tornou uma das principais bandeiras de sua candidatura, buscando atender a eleitores que cobram maior controle de fronteiras, fiscalização de gastos públicos e prioridade para a população local.

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A fala de Nicoletti estabelece uma divisão no debate eleitoral: de um lado, políticas de acolhimento a migrantes sem critérios; de outro, a defesa de que os recursos públicos devem beneficiar prioritariamente os brasileiros. O tema é especialmente sensível em Roraima, estado que há anos lida com os impactos da migração venezuelana e concentra parte da estrutura federal de acolhimento.

Além da imigração, Nicoletti criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu o impeachment de ministros. Na área indígena, propôs mudanças na política de desenvolvimento das comunidades e maior atuação do Congresso sobre terras indígenas. Economicamente, apontou as rodovias e vicinais como gargalos e defendeu atenção aos pequenos produtores.

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