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Militares da Marinha do Brasil participaram da Operação Catrimani II, realizada entre 23 de junho e 15 de julho, na Terra Indígena Yanomami (TIY), em Roraima. A ação conjunta, coordenada pelo Comando Operacional Conjunto Catrimani II, teve como objetivo combater o garimpo ilegal na região, reunindo órgãos de Segurança Pública, agências governamentais e as Forças Armadas.

Os Fuzileiros Navais realizaram patrulhamento fluvial nos rios Uraricoera e Uraricaá. Na primeira fase, a bordo da Embarcação de Combate Ribeirinho aruanã, a patrulha buscou localizar e identificar indícios da atividade garimpeira. As informações coletadas subsidiaram o planejamento das ações terrestres.

Na segunda fase, os Fuzileiros Navais desembarcaram para ações em terra, focando na localização e destruição de estruturas utilizadas pelo garimpo ilegal. Durante três dias, a tropa realizou varreduras e reconhecimento da área, inutilizando acampamentos e equipamentos.

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Ao final da missão, os militares foram retirados da área de operações por uma aeronave Black Hawk da Força Aérea Brasileira (FAB). A integração entre a Marinha do Brasil (MB), o Exército Brasileiro e a FAB, além de outras instituições, destacou a importância da atuação conjunta em operações complexas na Amazônia.

“Os Fuzileiros Navais são preparados para atuar em ambientes ribeirinhos e de selva, o que amplia a mobilidade da operação e permite alcançar regiões remotas com rapidez e segurança.”

afirmou o Chefe da Seção de Operações da Operação Catrimani II, Capitão de Mar e Guerra (Fuzileiro Naval) Bruno Bohrer Bastos.

A Operação Catrimani II, em cumprimento à Portaria GM-MD nº 5.831, de 20 de dezembro de 2024, atua de forma preventiva e repressiva contra o garimpo ilegal, ilícitos transfronteiriços e crimes ambientais na TIY.

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