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Um homem de 54 anos, identificado como A. S, foi preso nesta quarta-feira (27/5) pela Polícia Civil de Roraima (PCRR) após ser condenado por estupro de vulnerável contra a ex-enteada. O crime ocorreu entre 2021 e 2022, quando a vítima tinha 12 anos. A prisão foi efetuada pela Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter) no bairro Cinturão Verdefoi condenado a cumprir 16 anos e quatro meses de reclusão em regime fechado. Segundo os autos, ele se aproveitava da condição de padrasto para cometer os abusos. O primeiro episódio relatado pela vítima aconteceu enquanto ela dormia ao lado de uma prima, quando acordou com o acusado tocando seu corpo. Os abusos passaram a ocorrer com frequência.
Em depoimento, a vítima relatou que o homem a ameaçava para que não contasse os fatos a ninguém. Em outra ocasião, ele teria enviado imagens íntimas por aplicativo de mensagens, em uma tentativa de manter os abusos e intimidar a jovem. A prima da vítima presenciou parte da situação e comunicou o caso à tia.
Após a conclusão do processo judicial, A. foi definitivamente condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A prisão foi coordenada pelo delegado titular da Polinter, Alexandre Matos. Após os procedimentos legais na sede da Polinter, o homem foi apresentado em Audiência de Custódia nesta terça-feira (26/5), onde teve a prisão homologada e foi encaminhado ao Sistema Penitenciário.
Prisão e condenação
A condenação definitiva de A. pelo crime de estupro de vulnerável culminou na sua prisão pela Polícia Civil de Roraima. O homem, que abusou da ex-enteada entre 2021 e 2022, quando ela tinha 12 anos, foi localizado no bairro Cinturão Verde. A pena determinada é de 16 anos e quatro meses em regime fechado.
A Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter) foi responsável pela execução do mandado de prisão. O caso tramitou na Justiça e, após o trânsito em julgado, a condenação se tornou efetiva. A vítima relatou que os abusos começaram enquanto ela dormia e que o acusado a intimidava para que mantivesse segredo.
A ação policial foi coordenada pelo delegado Alexandre Matos. Após a prisão, A. passou pelos trâmites legais na Polinter e, em seguida, foi apresentado em Audiência de Custódia, onde a Justiça homologou sua prisão, determinando o seu encaminhamento ao Sistema Penitenciário.
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