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O Festcine Saberes Amazônicos encerrou sua primeira edição em Roraima com a cerimônia de premiação realizada na noite de 12 de junho de 2026, no Centro Amazônico de Fronteiras (CAF), da Universidade Federal de Roraima (UFRR). O evento celebrou o audiovisual produzido na Amazônia, reunindo cineastas, produtores, estudantes e o público.

Consolidado como o primeiro festival de cinema do estado focado na produção amazônica, o Festcine busca valorizar a produção regional e fortalecer narrativas que expressam a diversidade cultural, social e territorial da região. O festival visa promover o pertencimento e ampliar os espaços de exibição audiovisual em uma área de tríplice fronteira, incentivando o diálogo entre realizadores, estudantes e o público.

Próxima edição será internacional

A comissão organizadora já planeja a expansão do festival para o cenário internacional, com a intenção de incluir cineastas de países vizinhos e de outras nacionalidades interessadas na temática amazônica. A proposta visa transformar o Festcine em um ponto de encontro de diferentes olhares sobre a Amazônia.

Para a Mostra Competitiva, foram inscritos 90 filmes de curta duração de diversas regiões do país. Sete produções foram selecionadas como finalistas nas categorias documentário e ficção.

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O festival contou ainda com mostras paralelas, como Miradas Fronteirizas, Território Del@s, Raízes do Lavrado, Cinema Negro, Mostrinha Infantil e Mostra Estudantil, esta última com produções de alunos da rede estadual de ensino que participaram de oficinas de audiovisual.

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Vencedores do Festcine

Na categoria documentário, o curta “A Pele do Ouro”, de Marcela Ulhoa e Yare Perdono (Roraima) levou o Troféu Festcine Saberes Amazônicos. O segundo lugar foi para “Mercado de Histórias” (AC), e o terceiro para “Anamã: A Veneza do Amazonas” (AM).

Em ficção, o primeiro lugar ficou com boiúna (PA), seguido por “No Limite do Lavrado” (RR) em segundo e garrote (AM) em terceiro.

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