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Integrantes do Grupo de Habilidades Sociais do Centro de Acolhimento ao Autista (Teamarr), vinculado à Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) participaram de uma visita ao Museu Integrado de Roraima (MIRR) nesta quarta-feira (23/9). O passeio teve como objetivo ampliar as experiências de convivência e interação social de 15 crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com idades entre 10 e 13 anos.

A psicopedagoga do Teamarr, Rafaella Nery, explicou que o grupo trabalha mensalmente o desenvolvimento de habilidades de comunicação, espera e interação social por meio de atividades planejadas.

“Neste mês, nós trouxemos para as sessões a temática da Amazônia, então nada melhor do que apresentar a eles o museu por meio de todas as atividades sensoriais que temos aqui. E este é um ponto importante para o desenvolvimento deles, porque trabalhamos a comunicação e a espera, e este é um momento para colocar em prática tudo o que foi desenvolvido durante as consultas”, comentou.

A visita ao MIRR, localizado no Parque Anauá, permitiu que os participantes conhecessem exposições e acervos sobre a fauna e a flora do estado. Para Kelvin Costa, de 13 anos, foi a primeira vez no museu. Ele destacou o interesse pela história, pelos povos indígenas e pelas aves da região.

“Eu achei muito legal conhecer um pouco mais sobre as histórias antigas do nosso estado, os povos indígenas e também ver os animais que fazem parte da nossa região. Gostei de conhecer coisas que eu ainda não sabia. O que mais chamou a minha atenção foi a exposição sobre as aves, onde pude conhecer diferentes espécies e ouvir os sons e cantos delas”, disse.

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Heitor Costa, também de 13 anos, foi ao passeio por insistência do amigo Kelvin e se encantou com a diversidade de insetos, aves e aranhas locais.

“Eu gostei de conhecer mais sobre os insetos e aves aqui de Roraima, também vi várias espécies de aranhas e achei tudo muito legal”, relatou.

Museu Integrado de Roraima

A diretora do Museu Integrado de Roraima, Elena Fioretti, conduziu a visita, apresentando os acervos catalogados e a Exposição AmarZônia. Ela ressaltou o compromisso da instituição em atender a sociedade.

“O museu tem como premissa atender a sociedade. Todo o trabalho realizado aqui, seja no âmbito da pesquisa ou no campo das atividades educativas, precisa retornar à sociedade. E uma das formas que nós atuamos é exatamente essa, apresentar a todos que venham aqui um pouco do nosso acervo”, afirmou.

O museu funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos domingos, das 14h às 17h.

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