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A marca representa 72% de cobertura vacinal no estado, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. A imunização, ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), protege recém-nascidos nos primeiros dias de vida, período de maior risco de complicações respiratórias.
A nível nacional, o Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o VSR. A vacina foi incluída na rede pública em 2025, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). A estratégia visa garantir a proteção antes do período de maior circulação do vírus, que atinge pico entre abril e maio, com doses distribuídas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
O avanço da vacinação já reflete na saúde infantil. Entre janeiro e abril de 2026, as internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR em crianças menores de dois anos caíram 52% em comparação com o mesmo período de 2023. Os óbitos também registraram queda de 63%.
A vacina estimula a produção de anticorpos pela mãe, transferidos ao bebê durante a gestação, com eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves nos primeiros 90 dias de vida. Além da vacinação, o Ministério da Saúde também oferta o nirsevimabe, anticorpo monoclonal para prematuros e crianças com comorbidades, disponível em maternidades e na Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais (CRIE).
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