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O governo federal anunciou nesta quarta-feira a criação de oito novas varas da Justiça Federal no interior do país, com foco nos estados do Amazonas e Mato Grosso do Sul. A medida visa ampliar o acesso à Justiça em regiões distantes dos grandes centros urbanos.

Amazonas ganha duas novas varas federais

No Amazonas, serão instaladas duas varas federais nos municípios de Tefé e Humaitá. As novas unidades ficarão sob a jurisdição do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que abrange a maior parte da região Norte do país.

A escolha dessas localidades estratégicas busca atender populações que historicamente enfrentam dificuldades para acessar serviços judiciais, principalmente em áreas remotas da Amazônia.

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Mato Grosso do Sul recebe seis unidades

Já em Mato Grosso do Sul, o governo federal autorizou a criação de seis varas federais, ampliando significativamente a presença da Justiça Federal no estado. As cidades que receberão as novas unidades ainda serão definidas pelo TRF-3, responsável pela região.

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A expansão no estado faz parte de um esforço maior para descentralizar os serviços judiciais e reduzir a concentração de varas federais nas capitais.

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Implementação a partir de 2026

A Lei nº 15.401, publicada no Diário Oficial da União, estabelece que as novas varas começarão a funcionar a partir do exercício financeiro de 2026. A implementação será gradual e dependerá da disponibilidade de recursos orçamentários.

"As atividades, juntamente com os respectivos cargos de juiz federal, juiz federal substituto, cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas, serão implantadas conforme as necessidades do serviço", determina a legislação.

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Custos e orçamento

As despesas decorrentes da criação das novas unidades judiciárias serão custeadas pelas dotações orçamentárias destinadas à Justiça Federal de primeiro grau. Cada etapa da implementação precisará de autorização expressa na lei de diretrizes orçamentárias de cada ano.

A medida representa um avanço na política de interiorização da Justiça Federal, que busca levar serviços judiciais especializados para regiões onde a presença do Estado ainda é limitada.

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