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A Prefeitura de Boa Vista iniciou nesta quinta-feira (3/9) uma nova fase no monitoramento do mosquito Aedes aegypti com o uso de ovitrampas. Após a instalação e o período de observação das armadilhas, as equipes da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses (UVCZ) começaram a coletar e analisar as palhetas onde os ovos foram depositados.

O processo inicial envolve a contagem dos ovos em laboratório pela UVCZ. O coordenador Greiner Costa explicou que este levantamento é crucial para determinar a presença e a dispersão do mosquito nas áreas sob observação. Posteriormente, o material será enviado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para exames mais detalhados.

Novas metodologias contra o Aedes aegypti

Com base nas informações fornecidas pela Fiocruz, a prefeitura poderá mapear as regiões com maior incidência do mosquito e selecionar as táticas de controle mais eficazes para os 14 bairros que receberam as ovitrampas. Entre as inovações estão as estações disseminadoras de larvicida.

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A participação da população é fundamental para o sucesso das ações. A moradora Valdete Marques Lima, do bairro Cidade Satélite, relatou sua experiência ao receber uma ovitrampa em casa.

Os moradores devem manter quintais limpos, eliminar recipientes que acumulem água e permitir o acesso dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), que se apresentam devidamente identificados.

A estratégia das ovitrampas foi lançada em agosto, com 200 armadilhas distribuídas em 14 bairros, como parte das ações contínuas de prevenção e controle de arboviroses em Boa Vista, incluindo dengue, zika e chikungunya.

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