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Uma comitiva de parlamentares europeus se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin nesta quarta-feira (6) para debater a implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. O pacto, que começou a vigorar na semana passada, estabelece uma das maiores zonas de livre comércio do planeta.
Redução de tarifas e expansão comercial
O acordo prevê a eliminação progressiva de barreiras alfandegárias para milhares de produtos. Exportadores brasileiros terão acesso privilegiado ao mercado europeu, com redução imediata de impostos sobre diversos itens.
"Estamos otimistas com os benefícios concretos que este acordo trará para ambas as economias"
, afirmou um dos integrantes da delegação europeia após o encontro no Palácio do Planalto.
Próximas etapas do processo
Embora o acordo já tenha entrado em vigor, ainda há etapas técnicas e legislativas a serem cumpridas pelos países membros de ambos os blocos. A reunião desta quarta-feira tratou justamente dos cronogramas de implementação.
"O trabalho agora é garantir que as regras sejam aplicadas de forma harmoniosa e que empresas de todos os portes possam aproveitar as novas oportunidades", explicou fonte do governo brasileiro.
Impacto na economia brasileira
Analistas projetam que o acordo poderá incrementar significativamente as exportações brasileiras para a Europa nos próximos anos. Setores como agropecuária, indústria e serviços estão entre os mais beneficiados.
O Mercosul e a União Europeia representam juntos um mercado de cerca de 780 milhões de consumidores, com um PIB combinado que supera os US$ 20 trilhões.
As negociações para este acordo comercial duraram mais de duas décadas, com avanços e retrocessos ao longo do processo. A conclusão do pacto é vista como uma vitória diplomática e econômica para o Brasil.










