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Varejo de Roraima registrou um crescimento de 1,1% em maio, na comparação anual, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS).
A pesquisa, que monitora mensalmente as movimentações do varejo, é uma iniciativa da Stone, empresa que se apresenta como parceira dos empreendedores brasileiros. O IVS é um indicador importante para entender o desempenho econômico local.
Crescimento em 22 estados
Em maio, 22 outros estados brasileiros também registraram aumento nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior. Santa Catarina liderou os avanços, com 5,8% de crescimento, seguido de perto pelo Pará (5,7%) e Mato Grosso do Sul (5,5%). Amazonas e Rio de Janeiro apresentaram alta de 5,2%, enquanto o Amapá registrou 5,1%.
Outros estados que tiveram desempenho positivo incluem Sergipe (4,8%) Rondônia (4,5%), Mato Grosso (3,9%), São Paulo (3,8%), Piauí e Pernambuco (3,7%), Espírito Santo (3,6%) Bahia (3,2%), Maranhão (2,8%), Rio Grande do Sul (2,4%), Minas Gerais (2,2%), Paraná e Goiás (1,7%), Tocantins (1,6%), Rio Grande do Norte (1,4%) e Paraíba (1,1%).
Em contrapartida, algumas unidades federativas apresentaram quedas nas vendas. Alagoas registrou recuo de 2,4%, o Distrito Federal teve queda de 1,9%, o Ceará apresentou retração de 0,2% e o Acre, de 0,1%.
Desempenho regional desigual
Guilherme Freitas, economista responsável pela análise, comentou que os dados de maio indicam uma concentração de resultados positivos nas regiões Sul, Sudeste e Norte do país.
"Os dados regionais de maio mostram que as regiões Sul, Sudeste e Norte concentram os resultados mais positivos do país, com crescimento em praticamente todos os seus estados, na comparação anual. O destaque ficou para Santa Catarina, Pará e Amazonas, que figuraram entre os maiores avanços. Já o Nordeste apresentou um cenário mais diversificado, concentrando parte das retrações observadas no período, embora a maioria dos seus estados também tenha permanecido em trajetória de crescimento. Esse quadro reforça que a desaceleração do varejo ocorre de forma desigual entre as regiões, refletindo diferentes dinâmicas econômicas locais e distintos níveis de sensibilidade das famílias às condições de crédito e renda", avaliou Freitas.
A análise sugere que a dinâmica econômica local e a sensibilidade das famílias às condições de crédito e renda influenciam diretamente o desempenho do varejo, gerando uma desaceleração desigual entre as regiões brasileiras.
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