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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (1º), a Operação Lemming, que investiga a possível prática de corrupção eleitoral e associação criminosa nas Eleições 2026. A ação é um desdobramento da prisão em flagrante do candidato o deputado estadual Jalser Renier, ocorrida anteriormente.

Documentos apreendidos durante a prisão de Renier foram analisados pela equipe investigativa e indicaram a existência de uma estrutura voltada à cooptação ilícita de eleitores. A PF cumpre seis mandados de busca e apreensão por determinação da Justiça Eleitoral.

A operação também aplica medidas cautelares diversas da prisão. Entre elas estão a proibição de contato entre os investigados, a vedação à realização de saques em espécie e o bloqueio de bens e valores até o limite de R$ 4.228.100,00. Essas medidas visam preservar provas, impedir interferências na investigação e evitar a continuidade das condutas sob apuração.

Investigação apura cooptação de eleitores

A Operação Lemming aprofunda apurações que já haviam levado à prisão em flagrante de Jalser Renier. Na ocasião, documentos foram apreendidos e analisados pela PF, que identificou indícios de uma estrutura voltada à cooptação ilícita de eleitores.

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Medidas cautelares e bloqueio de bens

A Justiça Eleitoral determinou a aplicação de seis mandados de busca e apreensão. Além disso, foram impostas medidas cautelares aos investigados, como a proibição de contato entre eles e a vedação de saques em espécie. O bloqueio de bens e valores visa garantir o ressarcimento de eventuais danos ao erário, fixado em R$ 4.228.100,00.

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