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Com o fim da Copa do Mundo, empresas em todo o país enfrentam o desafio de gerenciar o retorno à rotina e manter o engajamento dos colaboradores. O período de maior interação e senso de comunidade, impulsionado pelo torneio, exige uma estratégia clara do setor de Recursos Humanos para evitar a desmobilização da equipe e canalizar a coesão para as metas de negócios.

Durante a competição, o ambiente de trabalho se torna mais comunicativo, com trocas de experiências e fortalecimento de conexões. Após a final, no entanto, é comum o surgimento de uma 'ressaca pós-evento'. Elessandra Bassoli, professora de Psicologia da UniCesumar de Maringá (PR), explica que a atitude saudosista é uma resposta cerebral à quebra de rotina, levando as pessoas a buscarem maneiras de processar a frustração e a mudança de cenário.

O senso de comunidade e a suspensão temporária de hierarquias, vivenciados durante os jogos, criam um nível de engajamento raramente visto no dia a dia corporativo. Bassoli alerta que o RH deve atuar preventivamente, estabelecendo regras claras sobre a rotina de trabalho para garantir que a produtividade não seja prejudicada.

Como líderes podem manter o foco em metas

Para aproveitar o clima de integração sem perder o foco nos resultados, a recomendação é estruturar ações de endomarketing. Dinâmicas de grupo e treinamentos realizados logo após os jogos encontram uma equipe mais receptiva. Bassoli adverte que muitas empresas falham ao forçar um retorno rígido à normalidade, sem intencionalidade na transição.

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A especialista traça um paralelo entre equipes de alto desempenho e times corporativos: o sucesso de ambos depende da clareza de papéis.

"É preciso trabalhar a diversidade da equipe. Assim como no futebol, cada colaborador tem uma posição e precisa executar sua função com disciplina, técnica e dedicação. A vitória diária é a garantia de que cada um entregou o seu melhor", pontua.

Para manter a sinergia a longo prazo, a psicóloga sugere rituais de transição simples. Entre as recomendações estão a criação de um "ranking de gentileza" no setor e a realização de rodas de conversa em pequenos grupos. Essas reuniões auxiliam no alinhamento de metas, na escuta ativa sobre frustrações operacionais e na troca de sugestões, preservando a coesão conquistada durante o campeonato.

A UniCesumar, com mais de 35 anos no mercado educacional e parte do grupo Vitru Educação desde 2022, atende cerca de 500 mil alunos. A instituição possui uma robusta estrutura de EAD com mais de 1,3 mil polos e unidades internacionais em Dubai e Genebra. No ensino presencial, destaca o curso de Medicina em Maringá (PR) e Corumbá (MS), além de campi em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece um portfólio diversificado com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado.

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