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2º Congresso Técnico do Maior Arraial da Amazônia reuniu, nos dias 11 e 12 de junho, representantes de 20 quadrilhas juninas e os julgadores do Boa Vista Junina 2026. O encontro ocorreu na Sala de Múltiplo Uso do Teatro Municipal e teve como objetivo
- esclarecer o regulamento do concurso
- alinhar os critérios de avaliação
- garantir mais transparência
Promovido pela Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (Fetec), o evento visa familiarizar os julgadores com os temas e propostas artísticas das agremiações.
A disputa ocorrerá nas categorias Especial, com dez quadrilhas, e Diamante, com seis. Cada grupo terá entre 25 e 30 minutos para se apresentar na Arena Junina. A comissão julgadora é composta por 15 profissionais, sendo 12 focados nos aspectos artísticos e três em prêmios técnicos individuais, como visagismo, iluminação e cenografia.
Os jurados foram divididos em três grupos: o A avaliará animador, animação e coreografia; o B, casal de noivos, figurino e entrada; e o C, repertório, tema e criatividade. As duas primeiras colocadas do grupo Especial garantirão vaga na categoria Diamante em 2027, enquanto as que ficarem entre a 7ª e 10ª posição serão rebaixadas para o Grupo de Acesso.
A apuração do concurso será em 18 de junho. Segundo Chiquinho Santos, neste ano, a premiação reconhecerá também os artistas com certificados.
“A novidade da avaliação do concurso desse ano, é que o premiado são os artistas, que receberão certificados. Além dos jurados escolherem um prêmio de inovação de qualquer elemento do grupo de quadrilha, seja cenográfico, coreográfico, dramático”, destacou.
Fabiano Fayal, carnavalesco e figurinista de Manaus (AM) e produtor cultural do Festival Folclórico de Parintins, participa pela primeira vez como julgador.
A professora Mirella Miranda, do curso de Letras da Universidade Federal de Roraima (UFRR), também estreia como julgadora.
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